ALERTA NUMÉRICO



Objetivo
Estimular o raciocínio matemático e a tomada de decisão.

Número de participantes: Ilimitado

Material e espaço
Bolas de borracha, quadra de esportes ou qualquer local com espaço livre.

Como desenvolver
Cada aluno recebe um número. E este será “sua identificação”. Inicialmente o professor delimitará um espaço onde as crianças ficarão quicando a bola. Por exemplo, poderão quicar a bola apenas dentro da quadra de vôlei. Após isso, o professor gritará um número. Exemplo: número 5 e quem for este deverá pegar a bola na mão e tentar colar em outro colega. Os colegas tentarão fugir com a bola também em mãos para as raias, estas poderão ser nas traves de futsal, ou em qualquer outro lugar que o professor determinar. Nessa condição, os alunos deverão sair do local pré-determinado para se salvar. (No caso, a quadra de vôlei).
Variação da brincadeira: após as crianças se adaptarem à brincadeira eleva-se os níveis de dificuldade, adicionando contas na brincadeira. Por exemplo: 4 + 4. Logo quem for o número 8 deverá tentar “colar” a bola no colega. A raia também pode ser dentro de bambolês espalhados na quadra.


 Trabalho desenvolvido e descrito por:



Subprojeto: Educação Física – Unoesc Videira
Escola de Educação Básica Bela Vista – Fraiburgo/SC
Supervisor: Ailton Alaércio Gomes de Campos
Coordenador: Jaisson Bordignon
Bolsistas: Jedson Molim e Thomas Matheus Philippus

CARANGUEJOBOL - subprojeto Educação Física Videira




Objetivos
Trabalhar força de membros superiores e inferiores
Estimular a integração social e cooperação coletiva

Número de participantes: Ilimitado
Material e espaço
Coletes, bola de vôlei ou borracha e cones
A brincadeira é desenvolvida na quadra de vôlei se o número de participantes for reduzido e/ou na quadra normal de futsal, caso o número de participantes seja elevado.  Pode-se ainda utilizar mais de uma bola ao mesmo tempo.
Como desenvolver
Divide-se a turma em duas equipes. Os alunos iniciam deitados em decúbito dorsal (“barriga” pra cima) e devem se movimentar sem tocar o “bumbum” no chão. O objetivo é chutar ou cabecear a bola e fazer gols como em um jogo normal. Os goleiros permanecem sentados e podem se deslocar, apenas nesta posição, em cima da linha do gol. O gol somente será válido se as bolas cruzarem a linha de meta de modo rasteiro ou baixa altura. 

 Trabalho escrito e realizado por:

Subprojeto: Educação Física – Unoesc Videira
Escola de Ensino Fundamental Bela Vista – Fraiburgo/SC
Supervisor: Ailton Alaércio Gomes de Campos
Coordenador: Jaisson Bordignon
Bolsistas: Jedson Molim e Thomas Matheus Philippus